A mulher que se gosta é a mulher que todos gostam
Dica: Cuidado com os óculos de sol
Com diversos formatos e cores os óculos escuros se tornam acessórios indispensáveis ao menor sinal de sol. Mas quem usa precisa tomar primeiramente um cuidado: a procedência da lente. Utilizar óculos falsificados, aqueles comprados em camelôs ou vendedores ambulantes, pode custar caro para a visão. São vários modelos: arredondados, com enfeites nas hastes, lentes coloridas, cada um de acordo com o formato do rosto de quem usa. Tem para todo estilo ou gosto.
O que não se pode esquecer é que além de um acessório, ele é indispensável para a saúde dos olhos. É muito importante utilizar o óculos de sol. Quanto menos raios solares entrarem no olho, melhor. Protege o cristalino e a retina. Mas antes de procurar óculos para proteger os olhos é importante procurar um oftalmologista para ser feita a avaliação e notar se existe algum problema refrativo ou qualquer patologia ocular. Toda pessoa adulta, que não tem problemas na visão, deve fazer pelo menos 1 vez por ano uma avaliação clínica, para evitar problemas futuros e até mesmo detectar necessidade de óculos de grau.
Apesar de baratos os óculos sem procedência conhecida são um risco aos olhos. A ótica tem um profissional que tem a credibilidade necessária para saber se o material utilizado na confecção do óculos é realmente de boa qualidade. É difícil saber o quanto de raio solar é bloqueado pela lente falsificada. Quando compra em uma ótica, junto vem um cartão dando todas as explicações necessárias. Na rua ou em feiras você não tem uma garantia. Quem garante que a lente é boa? A pessoa que está vendendo não tem formação para isso.
Assim como os filtros solares, utilizados na pele para bloquear os efeitos nocivos do sol e principalmente evitar o câncer de pele, os óculos escuros cumprem a função de proteger os olhos dos raios ultravioletas. Ficar em contato com o sol, sem proteção para os olhos ou óculos de material inadequado, podem ocasionar, se a pessoa tiver pré-disposição, doenças como pterígio, quando se forma um tipo de pele em cima da conjuntiva (a parte branca do olho) de forma triangular; catarata, quando o cristalino (lente natural do olho) perde a transparência. Neste caso somente é revertido o quadro através de cirurgia e a retinopatia solar, quando há uma lesão na retina, não tem cura e o principal sintoma é a baixa na qualidade da visão.
Fonte: www.diabetenet.com.br
Exercícios após a menopausa previnem o câncer de mama
Muitos dos benefícios da prática de exercícios físicos são velhos conhecidos da população. A boa notícia é que, se praticados com intensidade moderada, podem auxiliar também na prevenção ao câncer de mama em mulheres que já entraram na menopausa. É o que sugere a fisioterapeuta Mariana Dias de Carli, da Reichmann Ortopedia de Chapecó, a partir da publicação de um estudo publicado no jornal Câncer, na última segunda (25), por pesquisadores americanos.
O estudo avaliou mais de três mil mulheres e constatou que aquelas que já estão na menopausa e começaram ou mantiveram atividades físicas tiveram menos chances de desenvolver câncer de mama. Qualquer tipo de exercício - sem exageros - foi significativo na redução da incidência da doença. As descobertas somam-se a outros estudos que relacionaram exercícios à redução da incidência de câncer de mama. Mas como os demais, o recente trabalho não prova que é a atividade física em si que reduz o risco do câncer. Ainda assim, de acordo com a pesquisadora Lauren McCullough, há muitas razões para crer que ginástica e esportes têm um papel importante no combate à doença.
Para a pesquisadora, uma das razões indiretas é a redução de gordura do corpo. O excesso de gordura é relacionado ao alto nível de determinados hormônios, incluindo o estrogênio, assim como substâncias ligadas ao crescimento corporal, que podem estimular o desenvolvimento do tumor.
De acordo com Mariana, outro estudo publicado no ano passado pelo mesmo jornal já apontava a obesidade como a maior responsável pela forma mais comum de câncer de mama em mulheres de mais idade. A pesquisa ainda assinalou o sintoma como mais prejudicial que o consumo de álcool e o tabagismo. “Os estudos certificam o que já sabemos, a atividade física moderada se praticada regularmente representa um fator preponderante para a manutenção da saúde e a prevenção de doenças”, salienta.
Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Amamentação é fundamental para o desenvolvimento da fala
Ao longo da gravidez, o casal costuma se deparar com muitas dúvidas sobre o período da gestação e, especialmente, sobre o nascimento. O ideal, nesse caso, é consultar profissionais especializados para buscar orientação. Mas afinal, qual é o papel dos profissionais de fonoaudiologia nesse processo? Por que eles fazem parte do grupo que orienta casais que aguardam a chegada de um filho?
A fonoaudióloga da Unimed Chapecó, Daniela Baldissera Moroni, responde esses questionamentos, ressaltando que amamentar o bebê, para os fonoaudiólogos, significa prepará-lo para falar e prevenir futuras alterações de respiração, mastigação, deglutição e fala. A amamentação beneficia a criança não somente em relação ao aspecto nutritivo, propiciando o desenvolvimento físico e neuropsicomotor, mas também estimula o padrão nasal de respiração, instiga os músculos que participam da fala e das funções da alimentação (sucção, mastigação e deglutição). Também representa o início da comunicação e afetividade entre mãe e filho. “Para que haja um bom desenvolvimento e equilíbrio da musculatura oral e, consequentemente, bom padrão articulatório, é necessária a estimulação desde o nascimento, através do ato de amamentar”, orienta.
Até os três meses de vida, o bebê é dependente da mãe para o posicionamento durante a alimentação. Inicialmente, os bebês são inclinados para o lado durante a amamentação. Esta posição apresenta benefícios porque permite o alinhamento da cabeça e do corpo; menos escape oral anterior; mandíbula e língua podem mover-se sem muito esforço; os lábios, língua e mandíbula trabalham juntos para formar o vedamento labial eficiente ao seio ou bico da mamadeira durante a mamada. O recém-nascido é capaz de coordenar a sucção com sua respiração durante a alimentação. Os reflexos orais estão presentes para proteção e sobrevivência; a língua parece achatada e arredondada; a mandíbula, língua e lábios movem-se juntos. Os bebês nesta idade levam suas mãos, roupas e objetos à boca sugando-os.
Por meio deste tipo de exploração, eles se familiarizam com sensações e texturas. Com estas sensações criam-se importantes oportunidades de preparar a criança para a transição da mamadeira para o uso de copo e colher.
Segundo a fonouaudióloga, é durante a amamentação que o bebê reconhece o tom de voz da mãe, sente seu cheiro e ouve seus batimentos cardíacos.
É importante também, a realização do teste da orelhinha, o qual é feito em todos os bebês que nascem no Hospital Unimed Chapecó em novembro de 2008. Este teste é de fundamental importância para detectar precocemente problemas auditivos no recém-nascido. O teste da orelhinha tornou-se obrigatório em todo o Brasil em agosto de 2010.
Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Ícone da elegância pode causar danos à saúde
Considerado ícone da elegância feminina, o salto alto aparece em diversas versões e tornou-se um objeto de desejo que ilustra páginas de revistas, internet, filmes e, até mesmo, capas de livros. O problema é que o charme e a sensualidade proporcionada por este tipo de calçado pode trazer consequências sérias com o passar do tempo. “O uso contínuo pode encurtar a musculatura das panturrilhas, causar joanetes, dores na coluna e, ainda, deformar o pé”, alerta o médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann, da Reichmann da Ortopedia de Chapecó.
Reichmann complementa que as articulações e estruturas mais afetadas com o uso indevido de salto são a parte anterior do pé, o tornozelo, os joelhos e músculos posteriores das coxas e das pernas e da coluna vertebral.
Os pés são responsáveis por sustentar uma sobrecarga diária do corpo humano e, por isso, merecem cuidados especiais. O médico aconselha alternar o padrão dos calçados, visando descansar o antepé e manter a flexibilidade da musculatura da perna. A mulher que costuma utilizar o salto com frequência e, quando estiver sem ele, sentir dores nas pernas, nos joelhos ou nas costas, deve ficar atenta. “O ideal é diminuir gradativamente o uso e praticar alongamentos para minimizar a dor e evitar problemas futuros”.
O mercado da moda produz sapatos com até 15 centímetros de salto e calçados infantis também são fabricados com elevação, atraindo meninas em fase de crescimento. “Na infância, o salto alto pode comprometer o desenvolvimento da menina,”explica Reichmann.
Segundo o médico, pessoas que tem encurtamento de musculatura posterior das pernas e dor nas costas ao mesmo tempo podem obter alívio temporário com o salto alto. Mas essa situação é uma faca de dois gumes: o uso habitual, embora alivie a dor, estará perpetuando o encurtamento muscular e comprometendo a postura (hiperlordose), além de prejudicar a saúde ortopédica dos pés com formação de joanetes.
Para as mulheres que, em função do trabalho, necessitam usar salto alto, a orientação é retirar o sapato sempre que possível, mesmo que por breves instantes e colocar os pés de molho na água quente à noite por 30 a 40 minutos para relaxar a musculatura e aliviar as tensões das fáscias.
O médico adverte que as mulheres que, mesmo depois de apresentarem as complicações, insistirem no uso de salto alto, poderão sofrer o agravamento das lesões e necessitar de intervenção cirúrgica. “O uso prolongado deixa as articulações doloridas, inflamadas e, com o tempo, provocam artroses que são desgastes nas cartilagens articulares”.
Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Economia Solidária já gerou mais de um milhão de empregos
Cooperativas, mutualidades, associações de produtores, esse conjunto heterogêneo de entidades econômicas formadas pela união de pessoas mais que por contribuição de capital e que costuma se rotular como economia social e solidária, já sustenta mais de um milhão de empregos na Argentina. Recuperam empresas fechadas, administram obras públicas ou simplesmente são formadas por jovens profissionais que não estão dispostos a trabalhar sob os parâmetros capitalistas.
Propõem um modelo econômico baseado nas pessoas em primeiro lugar e depois nos mercados, onde cada sujeito participa na produção de maneira ativa e democrática, e atendem as necessidades sociais, depois os interesses econômicos.
A Argentina, onde a economia social produz hoje 10% do produto bruto interno, está na vanguarda no continente e no mundo, segundo uma análise da agência especializada Ansol. Desde 2001 até hoje, tanto para reverter a difícil situação econômica, como porque este setor representa uma renovação para um sistema produtivo golpeado pelas receitas neoliberais, a economia social soube consolidar-se como um dos fatores de maior crescimento econômico.
Durante o VI Congresso Federal da Economia Social, a Ministra do Desenvolvimento Social, Alicia Kirchner, destacou que "a economia solidária gera um milhão de empregos, 600.000 de maneira direta e indireta com as cooperativas e mutualidades tradicionais e 450.000 com empreendedores sociais. Estamos dizendo que, dos cinco milhões de empregos que são criados na Argentina, um milhão deles são do setor", assegurou.
Num país com uma forte tradição agropecuária, o associativismo apresentou-se como uma alternativa real e rentável para os produtores do campo. De tudo o que ali se produz, 22 por cento está nas mãos de cooperativas agropecuárias de primeiro e segundo grau, detalha o trabalho de Ansol.
Ao se cooperativizar os produtores somam forças para obter melhores valores no mercado e financiamento para a compra de insumos e fertilizantes. Sua importância no modelo atual ficou demonstrada na reunião da presidenta, Cristina Fernández de Kirchner com as autoridades de Coninagro, dia 17 de outubro.
Nas áreas urbanas também estão presentes as chamadas empresas recuperadas, um setor que na Argentina se fortaleceu, além de ser uma resposta imediata diante da perda de fontes de trabalho pela quebra do sistema neoliberal. Segundo o programa Facultade Aberta, da Universidade de Buenos Aires, elas somam mais de 200 e mantém quase 10.000 empregos em todo o país. Ao somar as empresas que se originam com a figura associativa, há cerca de 16.000 em todo o país.
Estas cooperativas dão trabalho a 400.000 pessoas, entre as quais cerca de 40.000 já estão organizadas em federações e nucleadas na Confederação Nacional de Cooperativas de Trabalho (CNCT). Além disso, há cerca de 5500 trabalhadores associados em cooperativas que executam obras públicas em 127 cidades de todo o país. Recebem materiais e assistência técnica e jurídica através da CNCT e recebem seus salários diretamente pelo Banco Credicoop.
Neste sentido, uma grande parte do crescimento deste tipo de empresas deve-se ao impulso recebido desde 2003 pelo governo, ao criar os programas Argentina Trabalha e as cooperativas chamadas 2038 e 3026, facilitando sua promoção no Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social, do Ministério do Desenvolvimento Social.
Segundo dados da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), as 300 cooperativas mais importantes do planeta igualam em produção ao PIB da décima economia mundial. Como síntese da situação histórica do cooperativismo, que em 2012 celebrará oficialmente seu Ano Internacional declarado pela ONU, o secretário da Confederação Cooperativa da República Argentina (Cooperar), Ricardo López, disse: "O modelo de lucro, de concentração de capital, baseado na renda financeira, está tendo muitas dificuldades no mundo. Aparece a necessidade de outra economia. É provável que ainda não exista uma consciência global de que o setor cooperativo pode ser essa alternativa. Mas estamos cada vez mais perto".
Fonte: Telam
As mulheres esquecidas
Homens e mulheres tiveram papel importante no movimento da Reforma protestante no século XVI. Mas enquanto a história registra a contribuição de Martim Lutero, João Calvino, João Knox, Ulrico Zwinglio, Felipe Melanchton e outros, quem é capaz de mencionar a participação de mulheres no movimento?
Catarina Von Bora, Catarina Schutz Zell, Claudine Levet, Marie Dentèrem, Rachel Specht ocuparam espaços na Reforma protestante, destaca a pastora reformada Sonia Motta, da Igreja Presbiteriana Unida (IPU), em artigo que escreveu para o Centro de Estudos Bíblicos (Cebi).
“Se na Idade Média o ideal feminino era o de monja, na época da Reforma o ideal era ser esposa e mãe”, assinala Sonia. Lutero tinha essa postura, entendendo que a esposa e mãe estavam sujeitas ao marido. João Knox foi ainda mais radical, não aceitando qualquer tipo de governo de mulheres, pois isso contrariaria a natureza da Escritura e usurparia a autoridade masculina.
Mesmo tratando do silêncio das mulheres, como o apóstolo Paulo preconizara, Calvino reconheceu a participação e a importância delas nas Escrituras Sagradas, mas manteve a subserviência da mulher em relação ao homem, analisa a pastora reformada.O reformador admitia que seria um escândalo uma mulher ensinar o seu marido pela pregação.
A mulher de Lutero, Catarina von Bora (1499-1550), é, talvez, a reformadora mais reconhecida, pois conseguiu extrapolar o papel de “esposa de Lutero”. Ela foi monja antes de se casar com Lutero e conhecia os segredos da medicina caseira. Ela era uma ótima administradora dos bens familiares, sabia ler e escrever, o que era uma exceção para a condição de mulheres da época.
Em Estrasburgo viveu Catarina Schutz Zell (1497-1562), casada com um sacerdote que foi excomungado. Ela escreveu ao bispo local defendendo o casamento de clérigos. Era uma mulher culta, leitora de Lutero. “Catarina Zell também escrevia muito, e em suas cartas incentivava as mulheres dos fugitivos (defensores da Reforma) a permanecerem firmes na fé”, afirma Sonia.
Schutz Zell escreveu comentário sobre os Salmos 51 e 130, sobre a oração dominical e o Credo. Acolheu flagelados, pessoas perseguidas, visitou doentes, realizou pregações, inclusive na morte do marido.
Em Genebra, Claudine Levet assumiu, em diversas ocasiões, o papel de pastora e pregadora, quando eles faltavam em congregações. Ela aplicou suas posses em favor dos pobres. Marie Dentière também atuou em Genebra, como pregadora e escritora. Chegou a remeter carta à rainha Marguerite, de Navarra, pedindo que ela intercedesse junto ao irmão, o rei da França, para eliminar a divisão entre homens e mulheres.
“Embora não seja permitido a nós (mulheres) pregar em assembléias públicas e nas igrejas, não obstante não nos é proibido escrever e admoestar uma a outra com todo o amor”, escreveu à rainha.
A calvinista inglesa Rachel Specht recorreu, em 1621, à parábola dos talentos para defender o direito das mulheres. Se Deus concedeu corpo, alma e espírito às mulheres, por que Ele daria todos esses talentos, se não para serem usados? – indagou. Não usá-los seria uma irresponsabilidade, argumentou.
Igrejas da Reforma, constata a pastora presbiteriana, levaram algum tempo para ordenar mulheres, o que não é, “lamentavelmente”, a prática em todas as denominações protestantes.
Fonte: ALC
Brasil, um país de incoerências
Nem vou discutir as incoerências absurdas como, por exemplo, a dedicação de um vereador, sem função, buscando a aprovação do "dia do orgulho hétero" como se alguém, nesta terra, chegou a sofrer qualquer tipo de preconceito por não ser gay. Ou os ensinamentos religiosos de líderes de igrejas e a não aplicação prática destes.
Os pré-julgamentos, de importantes assuntos, com total desconhecimento por parte de vereadores, deputados e ministros, que nos representam e conduzem este país por meio dos mapas da manipulação e dos interesses próprios. Assim como as determinações legais impostas pelos juízes da União e que sem punição, não são cumpridas pelos representantes do governo, como se nada tivesse acontecido.
Sendo um pouco mais específico, faço para você leitor a seguinte pergunta:
Você sabe qual é um dos motivos que um tratamento, por mais caro que possa custar para um paciente, mesmo que provado ser este um medicamento efetivo, não faz parte da lista do SUS?
"Porque não se tem um número suficiente de portadores" é o que você vai ouvir do Ministério da Saúde. Ou seja: precisamos de mais doentes para conseguir que um tratamento de mais de R$ 50 mil por mês faça parte da lista do SUS.
Isto é uma incoerência ou não?
O SUS, sistema público de saúde, foi criado em 1988 pela Constituição brasileira e tem como tripé de sustentação a universalidade, integralidade e equidade.
A universalidade determina que todos os cidadãos devem ter acesso aos serviços e cuidados da saúde, sem qualquer forma de discriminação, com relação à cor da pele, renda, classe social, sexo ou qualquer outra variável.
A integralidade estabelece que a saúde do cidadão, entre outras coisas, tenha acesso e qualidade dos serviços de saúde, com direito ao pleno e completo cuidado, incluindo prevenção, tratamento e reabilitação.
E finalmente a equidade declara que as políticas da saúde devem estar orientadas para a redução das desigualdades entre os indivíduos e grupos populacionais.
Então por que tanta dificuldade para se evitar as mortes que têm ocorrido?
Divergência ou vontade política? As favas com isso! Pura Incoerência quando estamos falando de vidas.
Quanto tempo e dinheiro os portadores e seus familiares das doenças genéticas, raras e degenerativas terão que gastar em processos judicias contra o governo?
E quanto dinheiro está sendo "gasto" pelo próprio governo com as compras feitas via distribuidoras nacionais, quando o medicamento poderia ser comprado diretamente do fornecedor estrangeiro? E por que o não cumprimento de uma determinação judicial não é punido como estabelece a lei (a lei determina prisão ao infrator)?
Claro que são respostas que nunca iremos saber, até o dia em que o paciente seja o filho de um político influente.
Enquanto isso, a população morre ou se mobiliza como pode, como é o caso do "Instituto Eu Quero Viver, criado e presidido pela atriz Bianca Rinaldi, não porque ela tenha um filho doente, pois não tem ninguém na família com problemas dessa grandeza, mas pela indignação ao ver como os portadores de Mucopolissacaridose, por exemplo, estão invisíveis aos olhos da sociedade enquanto imploram por aquilo que é constitucionalmente um direito: VIVER!
Hoje, por meio do seu site, o "Instituto Eu Quero Viver", que tem como principal missão angariar fundos para apoiar as investigações de tratamentos inovadores e possíveis curas de doenças genéticas, melhorando a qualidade de vida dos portadores e de suas famílias, procura apoio da sociedade com um abaixo assinado, que será encaminhado ao Ministro da Saúde, solicitando a inclusão dos medicamentos para o tratamento da Mucopolissacaridose na lista do SUS.
A petição precisa de mais de um milhão de assinaturas para "sensibilizar" o Ministério da Saúde e seu conselho, mas todo esse trabalho e energia poderiam ser economizados se o próprio governo cumprisse o que determina a Constituição.
A solução é simples assim!
Assine você também a petição: http://www.newsdoplaneta.com.br
Por: Eduardo Menga - empresário, executivo da Advantage Brasil e voluntário do Instituto Eu Quero Viver.
Fonte: Agência de Notícias do Terceiro Setor
Rio Itajaí-Açu baixa de 10 metros e Blumenau tenta voltar ao normal
A úlitma medição feita pelo Centro de Operações do Sistema de Alerta (Ceops) aponta que o nível do Rio Itajaí-Açu, em Blumenau, está com 9,81m. A verificação foi feita às 20h. A medição anterior, às 18h, mostrava que o nível estava em 10,04m. A previsão do Ceops é que o nível do Rio Itajaí-Açu possa chegar a 8m a partir das 18h deste domingo. Com este nível, é possível que nenhuma rua da cidade esteja mais alagada.
Blumenau fecha o sábado abastecendo 70% da população com água potável. A ETA II, localizada na rua Bahia e a mais afetada pela enchente, já está operando com 80% da sua capacidade. Mas cerca de 90 mil pessoas continuam sem abastecimento, pois residem em regiões mais altas, onde a água demora mais para chegar. A previsão para restabelecer toda a rede é para quarta-feira, dia 14.
A coleta de lixo também retomou as atividades neste sábado, com seis dos 10 caminhões. De acordo com a Gerência de Resíduos Sólidos, a coleta será realizada durante 24h, até que a situação esteja normalizada. A previsão é que isso aconteça na segunda-feira, dia 12.
O município está com 711 unidades consumidoras sem energia elétrica. O número, que chegou a 19 mil, vem diminuindo conforme a vazão das águas. A previsão da Celesc é de que a energia seja restabelecida em toda a cidade a meia noite. Apenas as ruas com cota abaixo de 10m e com risco devem ficar sem energia, totalizando cerca de 100 unidades consumidoras. Em caso de emergência, o contato deve ser realizado pelo telefone 0800 48 0196.
Neste domingo, dia 11, às 6h, o sistema do Transporte Coletivo voltará a operar totalmente. Todos os terminais já estarão limpos para atender aos usuários. O preço da passagem, domingo, é de R$1,50. Das 32 linhas que estavam em funcionamento durante o dia de hoje, apenas nove não completavam o itinerário normal.
O sol forte já pela manhã foi o maior aliado e o estímulo de moradores e comerciantes para o sábado de manhã. Enquanto as águas do Rio Itajaí-Açu baixavam, era hora de fazer a limpeza e reconstituir o que a enchente danificou.
Licença para desmatar ou matar?
A aprovação das mudanças no Código Florestal pela Câmara dos Deputados, no dia 24 de maio, desencadeou uma onda de violência no campo e voltou a colocar em evidência as trágicas mortes por conflitos pela terra ou pelo uso dos recursos naturais que historicamente marcam o meio rural brasileiro. Aparentemente, a descabida "licença para desmatar" que o Congresso ameaça aprovar já está sendo encarada por alguns setores como uma ainda mais absurda "licença para matar", cujas vítimas seriam lideranças que defendem a reforma agrária, os direitos humanos e a floresta amazônica. Uma situação intolerável que causa tristeza e indignação, e que requer mudanças estruturais para ser revertida.
Em dez dias, a violência no campo deixou pelo menos cinco mortos. Na mesma terça-feira em que os deputados federais votavam alterações no Código Florestal que inevitavelmente aumentarão o desmatamento, Maria do Espírito Santo da Silva e seu companheiro José Claudio Ribeiro da Silva, lideranças de um projeto de assentamento agroextrativista, foram assassinados em uma emboscada perto de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará. Anunciada aos deputados durante a votação, a notícia recebeu uma mórbida vaia dos representantes da bancada ruralista e de seus entusiastas. Quatro dias depois, o corpo do trabalhador rural Eremilton Pereira dos Santos, possível testemunha, foi encontrado também morto a tiros no mesmo assentamento.
Na sexta-feira daquela semana, na região de Lábrea em Rondônia, foi assassinado Adelino Ramos, líder de um projeto de assentamento agroflorestal, sobrevivente do massacre de Corumbiara, de 1995, no qual pelo menos doze pessoas morreram nas mãos de pistoleiros e policiais militares. No mesmo dia da morte de Adelino, Almirandi Pereira Costa, vice-presidente da associação quilombola de Charco, sofreu um atentado em São Vicente, no Maranhão, mas sobreviveu. Na quinta-feira seguinte, morreu o assentado Marcos Gomes da Silva, baleado duas vezes, uma delas quando já estava sendo transportado para o hospital, em Eldorado dos Carajás, palco da chacina que matou 19 integrantes do MST e completou quinze anos em abril deste ano.
Esses incidentes trazem à tona novamente para a opinião pública nacional e internacional os conflitos no campo brasileiro, cenário de uma realidade conturbada, em que dia a dia aqueles que lutam pela terra, pela preservação das florestas, e por formas sustentáveis de se relacionar economicamente com os recursos naturais, são vítimas de todo tipo de violência, desde ameaças e intimidações até assassinatos brutais, passando por destruições, incêndios e agressões. Repetem-se, assim, as tristes histórias de Chico Mendes, Padre Josimo, Dorothy Stang e de tantas outras pessoas que tombaram anônimas, eliminadas como se suas vidas não valessem nada, silenciadas por forças políticas e econômicas que lucram com o desmatamento ilegal e com a grilagem de terras. Mortes anunciadas, esperadas, previstas, tragédias que poderiam ser evitadas.
Das cinco vítimas nesse período, três haviam denunciado madeireiras por desmatamento irregular e recebiam ameaças de morte há bastante tempo, já informadas às autoridades e divulgadas nos relatórios da Comissão Pastoral da Terra (CPT). O próprio Zé Castanha, como era conhecido o líder agroextrativista, havia anunciado a iminência de seu assassinato em palestras e entrevistas. Segundo dados da CPT, 1.855 pessoas foram ameaçadas de morte pelo menos uma vez de 2000 a 2011, a maior parte delas no Pará. Do total, 207 foram ameaçadas duas ou mais vezes. Destas, 42 foram mortas e outras trinta sofreram tentativas de assassinato.
Um dos fatores que contribui sobremaneira para a perpetuação desse quadro é a impunidade generalizada de que desfrutam os assassinos e os mandantes desses crimes. Segundo a CPT, de 1985 até 2010, foram assassinadas 1.580 pessoas por causa de conflitos no campo. Apenas 91 delas foram a julgamento, com a condenação de 21 mandantes e 73 executores. Dos mandantes condenados, somente Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser responsável pelo assassinato da Irmã Dorothy Stang, continua preso. Especificamente no Pará, um levantamento do governo federal mostra que quase 98% dos casos de homicídios no campo ocorridos nos últimos dez anos ficaram impunes, sendo que grande parte sequer chegou à Justiça. Uma impunidade incompatível com o Estado de direito em que supostamente vivemos.
Em reação aos assassinatos ocorridos, o governo federal reuniu diversos órgãos estatais e ministérios - entre eles o do Desenvolvimento Agrário, o do Meio Ambiente, o da Justiça e a Secretaria Especial de Direitos Humanos - a fim de definir medidas para conter a onda de violência no campo. Entre as ações previstas está a criação de um grupo de trabalho interministerial para acompanhar a investigação dos homicídios e garantir que não haja impunidade, a proteção nos casos mais graves de lideranças rurais ameaçadas de morte, a intensificação das operações "Arco de Fogo" e "Arco Verde", para coibir práticas como a extração ilegal de madeira na região, e a criação de dois escritórios de regularização fundiária nesses locais.
É louvável que o governo federal tome medidas emergenciais para combater o problema, mas é preciso ir à raiz desta situação, que está no apoio dado ao agronegócio, através de largos financiamentos e incentivos fiscais, para garantir suas atividades de exportação, para trazerem divisas para o Estado brasileiro. Como disse D. Tomás Balduíno, conselheiro permanente da CPT, por ocasião do assassinato da Irmã Dorothy, quem mata é o agronegócio: "Esses assassinatos não são motivados por intrigas pessoais. Eles estão ligados à problemática da terra. Onde, além da ocorrência de intimidação, também ocorre execução" (17/02/2005 - Agência Carta Maior). E o Estado, na região Amazônica, no campo - representado pela polícia e pelo judiciário local - é, não raras vezes, defensor dos grandes proprietários e dos grileiros.
Nesse contexto, a aprovação do Código Florestal na Câmara só agrava o problema, antes mesmo de sua votação no Senado e da sanção presidencial. Provoca desde agora uma corrida para o desmatamento que aumenta a tensão fundiária, gera mais insegurança no campo, amplia a vulnerabilidade das populações tradicionais. Pouco adianta punir os responsáveis por esses crimes, aumentar a fiscalização e escoltar as pessoas ameaçadas se não se alterar a desigual estrutura fundiária brasileira e se continuar priorizando projetos que só beneficiam latifundiários, empreiteiras, mineradoras, madeireiras, construtoras. A ABONG acredita que, para além da necessária punição aos envolvidos nos crimes, só com a adoção de outra concepção de desenvolvimento, com uma reforma agrária efetiva, com a proteção dos recursos naturais, com a demarcação das terras das populações tradicionais, essa violência no campo pode ter fim.
Fonte: Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais
Sucesso é conseguir aquilo que você quer
O 3° Encontro de CDL Jovem – evento paralelo à 43ª Convenção Estadual do Comércio Lojista – oportunizou aos participantes a palestra com o vencedor do programa Aprendiz 5 – O Sócio, Clodoaldo Araújo que relatou todas as etapas e as barreiras vencidas para chegar a final e ganhar os 2 milhões de reais.
Segundo o palestrante as oportunidades e as ameaças estão dentro de cada um e a definição de sucesso é conseguir aquilo que você quer. “O problema é que a maioria das pessoas não sabe o que quer, não projeta o futuro, não traça metas a longo prazo e não define onde quer estar daqui há 15 anos, por exemplo”, ressalta.
Entre as estratégias para atingir o sucesso Clodoaldo aconselha traçar metas nos planos familiar, espiritual, profissional, pessoal, social e financeiro. “Mas, acima de tudo, não reclame. Reclamar é um atributo dos fracassados. Lute para conquistar seus sonhos e tenha fé”.
Determinação, visão, gestão de recursos e respeito às pessoas fazem parte do passo a passo dos empreendedores que também devem prestar atenção aos detalhes.
A presidente da CDL Jovem de Chapecó, Branca Rubas, comemora o resultado do evento. “Superou nossas expectativas e o conteúdo da palestra surpreendeu os participantes”, resume.
A 43ª Convenção Estadual do Comércio Lojista foi organizada pela FCDL/SC e pela CDL Chapecó e reuniu, em Chapecó, cerca de 1.600 convencionais nos dias 26, 27 e 28 de maio.
Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Mãe joga filho no lixo
Essa foi uma das noticias trágicas que ouvi novamente no jornal. Mãe abandonar filho, colocá-lo no lixo, espancá-lo, são fatos que, ciclicamente, retornam aos noticiários. A primeira reação comporta um certo horror, pois na nossa cultura as mães são as principais responsáveis, a princípio pela manutenção da vida de seus filhos. Mais: preconiza-se que os ame incondicionalmente. Além disso, que ame e se relacione com todos os seus filhos da mesma forma, sem fazer diferença, como se diz.
Haja amor! Uma noticia como essa denuncia o quanto é possível uma mãe colocar-se numa posição extremamente oposta ao que se espera dela. Caberia julgar uma situação como essa? Juridicamente ou eticamente sim, pois na nossa cultura ela é responsável legalmente pelo ser que gera. Psiquicamente, a história pode nos levar a outros rumos.
Comecemos pelo que pode significar um filho. Ainda que ser mãe não seja mais o único e principal objetivo na vida de uma mulher, ter filhos é um sonho que pode fazer parte de um ideal de realização da feminilidade. Viver o mistério maravilhoso que se faz em nós, mulheres! O mistério da vida!
Mas... gerar filhos, sabemos que não é difícil. A questão maior é “criá-los”. Acho esse termo especialmente rico ao definir o que se passa quando acompanhamos nossos filhos. “Criar” no sentido de cuidar, como também relacionado à criatividade. “Criar” um sujeito, lapidando aquele pedaço de carne, o bebê, com o cinzel do amor tal como o artista com suas mãos amorosas esculpe uma obra de arte a partir de uma pedra bruta. Perceber brotar dali um ser com desejos, aflições e uma forma peculiar de ser, a partir do amor do outro, e em primeiro lugar, da mãe, pois a presença paterna só é percebida pelo filho num momento posterior.
O filho pode ser uma obra de arte sim ou então ser visto apenas como um pedaço de carne, tal qual o acontecido na trágica noticia da mãe que joga o filho no lixo. Aquele ser foi visto somente como um corpo, um objeto e não como algo maior, que é o que geralmente injetamos quando desejamos ter um filho.
Pra criarmos os filhos colocamos neles algum sentido, alguma forma de realização. Eles precisam ser, acima de tudo, resultado do nosso desejo, reconhecido ou não, para alem, da extensão de nossos corpos. Por isso dizemos que o ser humano é um ser simbólico, pois geralmente o que fazemos ou percebemos significam coisas para alem dos que os objetos são. É muito triste e pobre quando o sexo é somente cópula ou descarga, o filho é somente corpo, a música é só som, um quadro é somente uma tela.
Por: Návia T. Pattussi/Psicanalista/naviat@terra.com.br
Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Você já ouviu falar que a farmácia pode estar na sua horta?
As ervas aromáticas, que podem ser cultivadas em qualquer vaso ou canto da casa, está ajudando hipertensos a melhorar sua qualidade de vida. A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) acompanhou um grupo de 50 pessoas, que decidiram tirar o excesso de sal da alimentação e dar mais sabor as comidas utilizando temperos naturais. Três meses depois do início das mudanças de hábitos os resultados foram significativos e serão apresentados aos participantes amanhã, dia 4 de maio.
O projeto começou em novembro do ano passado, como Trabalho de Conclusão de Curso das alunas de Nutrição, Jocilene Jurcevic e Gabriela Dors Wilke. A execução da ideia recebeu apoio da coordenação do curso e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Primeiro elas identificaram junto a equipe da Estratégia de Saúde da Família, um grupo de 50 adultos e idosos com problemas de pressão arterial. Os participantes que aceitaram fazer parte da pesquisa passaram por avaliação que mediu a massa corpórea, a circunferência da cintura e a dosagem de sódio verificada na urina coletada dentro de 24 horas. Os pesquisadores também colheram dados sobre o estilo de vida e o comportamento alimentar dos participantes.
“No topo da lista dos alimentos mais consumidos por eles estavam: o tempero pronto e a sopa pronta, a salsicha e o picles. Isso foi um indicativo de que poucas pessoas sabia sobre o alto teor de sódio dos alimentos industrializados” afirma a acadêmica Jocilene Jurcevic. A quantidade de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma pessoa é de 6 gramas por dia, mas o consumo médio dos brasileiros chega a 14 gramas.
Depois da primeira avaliação, o projeto passou a orientar os hipertensos. Foram realizadas oficinas e palestras para conhecimento dos sintomas e controle da doença, leitura de rótulos, estudo de uma cartilha explicativa e, por fim, aulas práticas de culinárias com receitas de baixo custo, baixo teor de sódio e utilização de ervas aromáticas. “As pessoas queixam-se que quando retiram o sal e o açúcar a comida fica sem sabor e isso dificulta a mudança alimentar. As ervas entram com a função de melhorar o funcionamento do corpo e de dar gosto aos pratos” explica a coordenadora do curso de Nutrição, Márcia Reis Felipe.
Três meses após a última oficina, o grupo refez os exames de avaliação e o resultado foi significativo com relação a baixa presença de sal na urina e melhora no controle da pressão alta, e também da pressão baixa. Esses resultados serão apresentados ao grupo nesta quarta-feira, dia 4 de maio, no salão da igreja São Cristóvão, no Bairro Cordeiros, a partir das 14h.
“Já tivemos casos de pessoas que, com a orientação do médico, cortaram a medicação pela metade em virtude da modificação de hábitos” conta Jocilene Jurcevic. Na reunião desta quarta-feira as pessoas vão relatar as suas experiências e contar como estão mudando as atitudes. Todos os dados servirão de base para o diagnóstico e conclusão da pesquisa, que será apresentada no final do semestre.
Mais informações: (47)3341-7897/ 3341-7896, com a coordenadora de Nutrição, Márcia ou com Jocilene Jurcevic.
Fonte: Univali